Refiz tudo que eu gostava de fazer e sorri.
Vi as calçadas onde já sentei e chorei,
Essas, parecem nunca envelhecerem.
Deixei que o passado fizesse uma tattoo.
Uma tribal, da tribo que um dia pertenci,
As pessoas que conheci, não estavam lá.
Parece vazio, e só, sem rostos familiares.
Um caminhoneiro sempre vem me visitar.
De relance, de papo furado, de tristeza.
Meu passado surge com vergonha
De quem fui, e do que me tornei.
O que foi que me tornei, me conhecendo?
Um capacho de alguém, ou de mim mesmo?
Um Alter ego que se escondeu do mundo.
Desapegado, sente falta de quem era amigo.
Amigo, é complicado ouvir essa palavra.
Ao longo dos anos, sobra-se orações a eles.
Desvelando os mistérios da morte,antes de mim.
Envelhecer é retornar a si mesmo, bem agora,
O corpo é o instrumento da urgência e fatal.
A morte está a espreita, numa soneca pode ser.
Só resta o zen, de conforto e de despreendimento.
Do que foi, do que se torna, e do ser.
Este velho monomotor faz muito barulho.
Faltou riquezas para que o silenciasse.
Um caminhoneiro sempre vem me visitar.
De relance, de papo furado, de tristeza.
Meu passado surge com vergonha
De quem fui, e do que me tornei.
O que foi que me tornei, me conhecendo?
Um capacho de alguém, ou de mim mesmo?
Um Alter ego que se escondeu do mundo.
Desapegado, sente falta de quem era amigo.
Amigo, é complicado ouvir essa palavra.
Ao longo dos anos, sobra-se orações a eles.
Desvelando os mistérios da morte,antes de mim.
Envelhecer é retornar a si mesmo, bem agora,
O corpo é o instrumento da urgência e fatal.
A morte está a espreita, numa soneca pode ser.
Só resta o zen, de conforto e de despreendimento.
Do que foi, do que se torna, e do ser.
Este velho monomotor faz muito barulho.
Faltou riquezas para que o silenciasse.
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